quinta-feira, 11 de junho de 2009

Não significa perder a batalha, ter perdido a guerra. Eu gosto muito desses ditos populares, pq expressam uma verdade íntima e segura.
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. ' vou persistir', não importa em que, por que. Perseverar é sempre bom, quando se trata de bem.
A guerra está aii, e dentro dela várias batalhas em que devo ir à campo. Sabendo que tenho que lutar bravamente por cada objetivo, cada sonho, não importa se vou machucar o adversário, eu quero minha coroa, eu quero ter lutado pra ganhar e ganhar por ter lutado!
Há tempos venho me questionando o porque de estar numa guerra, quase sempre me vem o desejo de hastear bandeira branca, mas pra que? A vida não nos permite retroceder pra consertar erros, ou distingui-los de acertos. A grande moral é correr contra tudo e todos em encontro da conquista, e por mais que eu não chegue ao pódio, quero morrer lutando, pra não viver minha derrota. É por isso a certeza de que a guerra não acabou, que preciso ainda lutar.

quarta-feira, 3 de junho de 2009



Nem todas as palavras conseguem expressar a minha história.
Tão sonhada e sem ação, tão bonita em ilusões.
Desfigurada, sem vida e cor, com seu núcleo disperso, distante, incerto e errante.
Eu me cansei dela, seus capítulos não me enchem os olhos e nem me fazem pensar num final feliz.
Eu idealizei a minha história, mas ela só teve início e fim.
Tudo o que eu acreditei não pode ser concreto, porque eu confundi a minha história com um livro. Ele é escrito, eu sou vivido, porém não vivi, morri, esqueci, negligenciei, acreditei sem esboços se quer.
Eu ainda acredito, choro, torço e espero ver a minha história existida, mas não quero mais escrevê-la no meu egoísmo. Entreguei a minha caneta nas mãos do Grande Autor. Ainda creio que ele me escuta e me atende, guarda todo o melhor pra mim. Não é egoísmo, é confiança!

segunda-feira, 1 de junho de 2009


Tenho me perguntado muito quanto tempo ainda me resta... e me queixado do quanto tempo joguei fora com futilidade... Tenho sentido o medo do fim, medo de levar comigo a minha história e a minha esperança de um final feliz .
Trago flores à minha memória, canto o agora pro meu passado, desperto dores na minha saudade, sinto o frio da distância que apavora e machuca.
Vejo estradas inacabadas, e entendo que onde elas acabam se chama agora... continuam na medida que novos passos surgem.
É sem horizontes que caminho hj, sem muita esperança, com nenhuma certeza.
Hoje vivo pra terminar o agora e começar amanhã o que no hoje não tenho como fazer.
São meus dias a espera de reticências ou um ponto final.