sábado, 29 de setembro de 2012


Planos, sonhos, conquistas, projetos minimamente arquitetados por mentes brilhantes, humanas e falhas. Quem nunca idealizou o próprio futuro, que atire a primeira pedra!
Desde sempre aprendemos a ser dependentes de nós mesmos e a maquinar uma vida inteira, completa e feliz pra nós. Matamos pessoas, destruímos sonhos, mudamos o futuro como vilões de histórias em quadrinhos, pra que o espetáculo criado por nosso egoísmo vá ao ar e todo o respeitável público nos aplauda de pé, no fim.
Temos a rebelde habilidade de acreditar na força do nosso braço, no potencial da nossa falsa ideologia de que aquilo que vivemos é o que realmente deveríamos viver... Manipulamos a nossa história, nos fazemos fantoches de nós mesmos correndo o risco de nos perder no enredo que nós mesmos criamos. Ah... Tanto idealizei, tanto sonhei, tanto criei, tanto manipulei, pra no final embolar as cordas do meu próprio boneco e vê-lo embolado, amarrado e inutilizado.
Esse é o preço pago por ser autor da própria história: a própria condenação.
Porém eu não sabia que eu era tão capaz de abrir mão do meu livro, da minha autoria e entregar esse diário nas mãos de quem realmente sabe escrever... Infelizmente eu insisti tempo demais com a estória criada por minhas próprias idéias e perdi tempo demais, envolvendo personagens que nunca deveriam ter entrado da forma que entraram nessa tão egoísta e louca estória. Conseqüências...
Foi então que minha dramaturgia acabou, com um final não tão feliz, onde de mocinho passei à vilão...
Enfim, fui convidado a participar de uma nova trama, onde nada tem sido irreal. Ganhei um novo papel, onde o autor não sou mais eu, mas Aquele que me criou... Ele tem me feito ser aquela personagem que é realmente feliz e me garantiu uma coisa: “a cada capitulo você experimentará um pouco da genuína felicidade que Eu preparei pro seu final!”
Tem sido assim...vai ser assim! 
Por Ralf Frauches .


'O Senhor abençoou o final da vida de Jó mais do que o início.'
Jó 42:12

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